sexta-feira, 8 de outubro de 2010

A importância da disciplina Informática Aplicada em Educação Física

A disciplina Informática Aplicada em Educação Física foi muito proveitosa para os nossos conhecimentos sobre tecnologia da informação, pois isto é essencial, e de grande importância para nossa formação, como para a Educação em geral, e veio contribuir bastante para a troca de conhecimentos, e também nos dando espaço para passar conhecimento que cada um tem para outros, assim ganhando mais informação e INFORMAÇÃO É PODER!!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

ATIVIDADE FÍSICA E ENVELHECIMENTO

 

Os benefícios da atividade física para a saúde e longevidade são bastante conhecidos desde muito tempo. Vários estudos já mostraram a importância da ação dos profissionais de saúde e entidades governamentais no estímulo a atividade física e o reflexo que ela tem na saúde pública. Apesar da comprovação de que a prática regular de atividade física é essencial para uma vida saudável, a maior parte da população leva uma vida inativa do ponto de vista da atividade física, levando-se em conta que com a crescente urbanização é cada vez mais difícil encontrar tempo se exercitar.
Em relação aos idosos, deve sempre existir um cuidado especial para que a atividade física não lhe cause nenhum problema, por isso, a prescrição dos exercícios deve ser feita de maneira individualizada, sempre monitorando frequência cardíaca, pressão arterial e seguindo algumas orientações:
  • realizar exercícios exercícios somente quando houver bem estar físico;
  • usar roupas e calçados adequados;
  • não exercitar-se em jejum;
  • respeitar os limites pessoais de cada um;
  • evitar extremas temperaturas e umidade;
  • iniciar a atividade lente e gradativamente para permitir adaptação;
  • hidratar-se bem antes, durante e após a atividade física.
  

Roberto Dischinger Miranda
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domingo, 3 de outubro de 2010

ESPORTE NA TERCEIRA IDADE

Esporte na Terceira Idade


A imagem de vovós fazendo crochê e vovôs cochilando no sofá da sala não existe para quem tem paixão pelo esporte. Pelo menos, essa é a opinião de especialistas e da maioria dos idosos praticantes de várias modalidades esportivas. Segundo especialistas, embora com o passar dos anos haja uma diminuição natural das capacidades físicas, isso não significa o fim dos exercícios físicos.

O envelhecimento combinado à prática de atividade física é considerado uma grande conquista nessa fase da vida, conhecida como terceira idade ou mesmo melhor idade. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 1995 a 1999, o número de pessoas com mais de 60 anos cresceu 14,5 %, onde mostra que em quatro anos, a população de idosos aumentou em 1,8 milhão. Esta transição demográfica colocará o Brasil, dentro de 25 anos, em 6º lugar entre os países que detém as maiores taxas de envelhecimento.


Em Ribeirão Preto o incentivo ao esporte e outras atividades na Terceira Idade é fundamental para o bom desenvolvimento, tanto emocional, quanto físico, nesta fase da vida. Segundo Paulo Pícolo, diretor de esportes da Prefeitura da cidade, existem várias categorias de esporte e atividades voltadas exclusivamente a esta parcela da população. Ele coordena e auxilia os times de Vôlei Adaptado, que no momento treinam para participar dos Jogos Regionais do Idoso.
A atividade física proporciona ao aluno da terceira idade os seguintes benefícios: Obter saúde, bem estar físico, domínio corporal, aumento da mobilidade, cura contra a depressão, respiração saudável, vitalidade, autoconfiança, reações positivas, tensão e ansiedades reduzidas, emagrece, previne doenças (cardiorespiratórias, hipertensão, diabetes e outras), promove a socialização e melhora a capacidade funcional. O esporte só não é recomendado em alguns casos como: os portadores de angina instável, hipertensão, doença sistêmica aguda ou febre, arritmias de difícil controle, fadiga física, labirintopatia, convulsões recentes, diabetes descompensada.
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sábado, 2 de outubro de 2010

EXERCÍCIOS COM PESOS PARA PESSOAS IDOSAS

                                     
Na última década, houve um crescimento na literatura cientifica em relação a treinamentos com pesos no que se refere a programas específicos para pessoas idosas. A partir de 1996, quando o Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul - Celafiscs iniciou um projeto de pesquisa que estudava efeitos de um programa de exercícios com pesos, aconteceu um relevante aumento no que diz respeito a documentos registrados sobre o assunto, tanto em nível  nacional como internacional, destacando os principais resultados dessa intervenção. No primeiro momento, o objetivo foi verificar se um protocolo de treinamento de baixa intensidade, constituído de exercícios com pesos para ambas as extremidades corporais e para os grandes grupamentos musculares, produziam incrementos significativos na força muscular similares aos de protocolos de alta intensidade. Também foram observados mecanismos que coordenam o aumento de força muscular, a composição corporal, o impacto causado pelo treinamento, a performance, enfim como iria contribuir para suas atividades da vida diária. Historicamente, a ideia que se tinha de treinamentos com carga, era de que sempre deveriam ser empregados em exercícios semanais a atletas masculinos; também alguns mitos, como a masculinização da mulher, ou que poderiam acarretar problemas cardiovasculares. No entanto, exercícios com pesos se referem a uma modalidade de atividade física sistematizada que, como qualquer outra, pode variar em freqüência, volume (número de exercícios, séries e repetições), tipo de treinamento (isométrico x isocinético), equipamento (máquina de resistência variável ou peso livre) e intensidade.
No caso de treinamentos de sobrecarga, substancialmente alta, melhora a performance e o rendimento do atleta; já com os idosos, usam halteres de meio quilo, caneleiras, exercícios sobre cadeira e que pretendem melhorar a qualidade de vida. Os registros referentes a esse tipo de treinamento tem crescido e pesquisas mostram que esse tipo de exercício induz benefícios como: melhorias na resposta da insulina à sobrecarga de glicose e na sensibilidade à insulina, aumento da taxa metabólica basal, menor chance de desenvolver doenças cardiovasculares, redução dos fatores de risco, além de outros. O serviço do Celafiscs tem regularmente documentado, nos últimos anos, sob diversas formas (comunicação oral e publicação na íntegra) as alterações provocadas por programas sistematizados de exercícios com pesos em pessoas idosas.
Segue abaixo um trecho do artigo original:
O decréscimo da força e massa muscular (sarcopenia) com o avanço da idade são características marcantes do processo de envelhecimento que induzem à diminuição da capacidade funcional. No entanto, vários estudos têm demonstrado que programas de exercícios com pesos podem, além de aumentar a força muscular e preservar a massa muscular, revertendo assim a sarcopenia, melhorar a qualidade de vida do indivíduo. Esse serviço previamente documentou os resultados de um programa de treinamento com pesos livres, em mulheres idosas. O protocolo de treinamento foi constituído pelos exercícios supino reto, supino inclinado, flexão e extensão de cotovelo, “leg press” 45º e agachamento; os sujeitos realizavam 3 séries de 10 repetições a 50%1-RM, com repouso passivo de 2 minutos entre séries e exercícios; o programa teve a duração de 12 semanas (3vezes por semana) e o teste 1-RM foi realizado a cada 4 semanas, para possibilitar estímulo constante, de acordo com a adaptação funcional à evolução do treinamento.
Foi verificado incremento estatisticamente significativo, após o período de treinamento, para todos os exercícios. Com exceção do exercício flexão de cotovelo, todos os demais demonstraram aumento significativo, a partir da 8ª semana. Os exercícios direcionados aos membros superiores incrementaram a capacidade de produzir força muscular em 58%, 66,8%, 25,6% e 41,2% para o supino reto, supino inclinado, flexão e extensão de cotovelo, respectivamente, enquanto o aumento observado para o “leg press” 45º foi de 69,7% e, para o agachamento, de 135,2%. Estes dados confirmam os resultados de trabalhos anteriores, em que o incremento da força muscular é maior para os membros inferiores, quando comparado aos superiores. Também são muito importantes por evidenciarem que, embora a intensidade tenha sido baixa (50%1-RM) comparada à maioria dos estudos da literatura internacional (80%1-RM), esses achados representam a primeira (membros superiores) e terceira (membros inferiores) maiores variações relativas entre os trabalhos que se logra encontrar.
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

CAPOTERAPIA - A CAPOEIRA NA TERCEIRA IDADE



   O nosso país será uma nação de idosos, conforme projeção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pois até o ano de 2020, o Brasil terá uma população de 32 milhões de idosos, sendo assim, é muito importante a prática esportiva para quem está na terceira idade, e a "capoterapia" é uma atividade desenvolvida especialmente para os idosos e ela vem ganhando cada vez mais adeptos. 
   A cada ano que se passa a expectativa de vida do brasileiro está aumentando e diante desse fato é preciso valorizar essa fase tão especial da vida, pois os idosos necessitam de carinho, atenção e atividades físicas para manter o corpo e a mente sã, e considerando que a capoeira é considerada um patrimônio da cultura brasileira e que todos devem ter acesso a ela, que o mestre Gilvan de capoeira ladainha, teve sediada em Taguatinga, criou em 1998, o projeto capoeira para todos.
   Com o objetivo de levar a capoeira, através de apresentações, para o maior número de pessoas e lugares possíveis. Este projeto levou a arte para restaurantes, quadras residenciais, congressos, praças, escolas e outros locais, atingindo um público de 44 mil pessoas em um ano. Foi assim que grupos de idosos que sempre assistiam e também participavam das apresentações sugeriram ao mestre que continuasse ensinando-lhes a arte.
   Depois deste fato, e de se especializar nas práticas físicas para a terceira idade, surgiu em 1999, a terapia por meio da capoeira, mais conhecida como capoterapia. Ginástica que é feita com movimentos e jogos lúdicos dentro da capoeira, respeitando sempre os limites e as potencialidades dos idosos. Dentro dessas atividades, a musicalidade pertinente a capoeira funciona como elemento de descontração e interatividade dos movimentos psicomotores, essa atividade também trabalha com a ressocialização do idoso, que muitas vezes, ocioso, é também abandonado por suas famílias e sociedade.
   Considerando-se que o ócio é um dos maiores motivadores de doença na velhice; e notando-se que a grande maioria dos idosos que faz “capoterapia” nota melhoras na sua saúde, na coordenação motora, na disposição e na vontade de viver. Esse era o caso da aluna Irani Maria Barbosa, 60 anos, dona de casa, ela relata que antes não comia e não dormia direito, pois só sentia dor de cabeça, Ásia e mal-estar, agora ela diz não sentir mais nada e diz ter feito um monte de amigos e voltado a ser ativa. Pois segundo ela, a capoterapia se tornou o seu remédio, o seu doutor.
   Algo que também é bastante destacado pelos próprios praticantes, é a conquista de amizades, o aposentado Olvideo Alves, 74 anos, ressalta: venho de uma cidade do interior onde todos se conheciam e moro há 43 anos na mesma rua e tenho vizinhos que não conheço, sentia falta desse convívio, e a capoterapia me ajudou a fazer novas amizades. Vale enfatizar que nas aulas os idosos também recebem noções de cidadania e aprendem a reconhecer seus direitos e deveres; é importante mencionar que a Capoeira para idosos não necessita ser de alto rendimento, pois os mesmos procuram qualidade de vida, ou seja, aumento da força, vida não sedentária, diversão, sociabilização e melhor condicionamento físico, obviamente dentro de seus limites.
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domingo, 26 de setembro de 2010

Ginástica na terceira idade pode ser a solução na prevenção de doenças e melhora na qualidade de vida



Um prograna regular de exercícios traz benefícios em qualquer idade, mas para os idosos, eles se multiplicam. O simples fato de se praticar uma atividade física, já melhora e muito a qualidade de vida das pessoas da terceira idade. As principais mudanças decorrentes do envelhecimento são o aumento da quantidade de gordura no organismo, diminuição da força muscular, osteoporose, diminuição dos reflexos, diminuição da coordenação motora, o que contribui muito com um dos grandes problemas dos idosos, as quedas, principais responsáveis pelas fraturas nessa idade.
Com exercícios, além de combater a obesidade, evitando  e retardando o aparecimento de diabetes eles tem uma melhora significatica no aumento da capacidade aeróbica. Outra vantagem importante de se praticar exercício físico após os sessenta anos é a elevação da auto-estima e melhora problemas de depressão, frequente nessa idade.
                                                   
                                                               ALGUNS DADOS
  • Estudos populacionais criteriosos permitiram estabelecer relações de causa e efeito entre atividade física e a menor incidência de algumas doenças, destacando-se a doença coronariana, a hipertensão arterial, diabetes do tipo II, obesidade, osteoporose, ansiedade e depressão.
  • A perda de massa muscular dos idosos é um dos mais sérios problemas do envelhecimento. Entre os 25 e os 50 anos, perde-se em média 10% da massa muscular e, dos 50 aos 80 anos, 30%.
                                                                                                    Prof. Dra. Evelin Diana Goldemberg
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